terça-feira, 19 de julho de 2011

Série - Tarefas dos Oficiais - Diáconos

Fechando agora esta série, queremos tratar do ofício de Diácono na Igreja Presbiteriana do Brasil, segundo suas normas internas, bem como das atividades do grupo de diáconos, chamada em nossa denominação de Junta Diaconal.
Frisamos que não tem esta sério o propósito ser um "estudo bíblico" quanto ao assunto; nem muito menos ver as várias formas como outras denominações tratam do assunto sob este título ( diácono).
Transcrevemos tudo que no Manual Presbiteriano diz respeito ao assunto e deceremos alguns comentários quando entendermos que é pertinente (estarão em caracter itálico no parágrafo seguinte):



TUDO DO MANUAL PRESBITERIANO SOBRE 
DIÁCONO /DIACONATO/ JUNTA DIACONAL
CI/IPB (C.I. = Constituição da Igreja)
Art.8 - O governo e a administração de uma Igreja local competem ao Conselho, que se compõe de pastor ou pastores e dos presbíteros.
§ 1º - O Conselho, quando julgar conveniente, poderá consultar os diáconos sobre questões administrativas, ou incluí-los, pelo tempo que julgar necessário, na administração civil.
Isto não faz dos diáconos integrantes do Conselho, inclusive durante a permanência deles na reunião alguns assuntos não poderão ser tratados; são poucos os Conselho que vi fazerem isto, CONSULTAR OS DIÁCONOS durante uma reunião administrativas; porém é claro, pelo conteúdo dos assuntos  que os membros do Conselho trazem que de alguma formar conversaram com esses amados e abençoados irmãos!
Art.9 - A assembléia geral da Igreja constará de todos os membros em plena comunhão e se reunirá ordinariamente, ao menos uma vez por ano, e, extraordinariamente, convocada pelo Conselho, sempre que for necessário, regendo-se pelos respectivos estatutos.
§ 1º - Compete à assembléia:
a) eleger pastores e oficiais da Igreja; / (...)
g) conferir a dignidade de pastor emérito, presbítero emérito e diácono emérito;
 Art.25 - A Igreja exerce as suas funções na esfera da doutrina, governo e beneficência, mediante oficiais que se classificam em:
a) ministros do Evangelho ou presbíteros docentes;
b) presbíteros regentes;
c) diáconos.
§ 1º - Estes ofícios são permanentes, mas o seu exercício é temporário.
Aqui está a minha grande dificuldade de entender como um diáconos zeloso e operante, pode vir a ser um presbítero e vice-versa; acho eu que quando isto acontece é devido um ou outro ofício não ser claramente a expressão da vontade de Deus para ele. 
Ainda, entendo que exista DIÁCONO EM DISPONIBILIDADE especialmente pelo ofício ser permanente.
§ 2º - Para o oficialato só poderão ser votados homens maiores de 18 anos e civilmente capazes.
Art.26 - Os ministros e os presbíteros são oficiais de Concílios da Igreja Presbiteriana do Brasil; os diáconos, da Igreja a que pertencem.
 Art.53 - O diácono é o oficial eleito pela Igreja e ordenado pelo Conselho, para, sob a supervisão deste, dedicar-se especialmente:
a) à arrecadação de ofertas para fins piedosos;
b) ao cuidado dos pobres, doentes e inválidos;
c) à manutenção da ordem e reverência nos lugares reservados ao serviço divino;
d) exercer a fiscalização para que haja boa ordem na Casa de Deus e suas dependências.
Art.54 - O exercício do presbiterato e do diaconato limitar-se-á ao período de cinco anos, que poderá ser renovado.
§ 1º - Três meses antes de terminar o mandato, o Conselho fará proceder à nova eleição.
(...)
Art.55 - O presbítero e o diácono devem ser assíduos e pontuais no cumprimento de seus deveres, irrepreensíveis na moral, sãos na fé, prudentes no agir, discretos no falar e exemplos de santidade na vida.
Art.56 - As funções de presbítero ou de diácono cessam quando:
a) terminar o mandato, não sendo reeleito;
b) mudar-se para lugar que o impossibilite de exercer o cargo;
c) for deposto;
d) ausentar-se sem justo motivo, durante seis meses, das reuniões do Conselho, se for presbítero e da junta diaconal, se for diácono;
e) for exonerado administrativamente ou a pedido, ouvida a Igreja.
Art.57 - Aos presbíteros e aos diáconos que tenham servido à Igreja por mais de 25 anos, poderá esta, pelo voto da Assembléia, oferecer o título de Presbítero ou Diácono Emérito, respectivamente, sem prejuízo do exercício do seu cargo, se para ele forem reeleitos.
Parágrafo Único - Os presbíteros eméritos, no caso de não serem reeleitos, poderão assistir às reuniões do Conselho, sem direito a voto.
Art.58 - A junta diaconal dirigir-se-á por um regimento aprovado pelo Conselho.
 Art.83 - São funções privativas do Conselho:
 (...)
 d) encaminhar a escolha e eleição de presbíteros e diáconos, ordená-los e instalá-los, depois de verificar a regularidade do processo das eleições e a idoneidade dos escolhidos;
(...)
g) estabelecer e orientar a Junta Diaconal;
(...)
 i) exigir que os oficiais e funcionários sob sua direção cumpram fielmente suas obrigações;
(...)
x) designar, se convier, mulheres piedosas para cuidarem dos enfermos, dos presos, das viúvas e órfãos, dos pobres em geral, para alívio dos que sofrem.
ATENÇÃO: Aqui não se trata de ordenação feminina e sim nomeação de irmãs reconhecidamente piedosas para assistência, se notarem bem, nada tem haver com as atribuições dos diáconos e a junta diaconal, exceto no cuidado com pessoas que necessitam de "alívio" para seus sofrimentos!
Art.110 - Cabe à assembléia da Igreja local, quando o respectivo Conselho julgar oportuno, eleger pastor efetivo, presbíteros e diáconos.
Art.111 - O Conselho convocará a assembléia da Igreja e determinará o número de oficiais que deverão ser eleitos, podendo sugerir nomes dos que lhe pareçam aptos para os cargos e baixará instruções para o bom andamento do pleito, com ordem e decência.
Parágrafo Único - O pastor, com antecedência de ao menos trinta dias, instruirá a Igreja a respeito das qualidades que deve possuir o escolhido para desempenhar o ofício.
Art.112 - Só poderão votar e ser votados nas assembléias da Igreja local os membros em plena comunhão, cujos nomes estiverem no rol organizado pelo Conselho, observado o que estabelece o Art.13 e seus Parágrafos.
Art.113 - Eleito alguém que aceite o cargo e, não havendo objeção do Conselho, designará este o lugar, dia e hora da ordenação e instalação, que serão realizadas perante a Igreja.
Art.114 - Só poderá ser ordenado e instalado quem, depois de instruído, aceitar a doutrina, o governo e a disciplina da Igreja Presbiteriana do Brasil, devendo a Igreja prometer tributar-lhe honra e obediência no Senhor, segundo a Palavra de Deus e esta Constituição.
CD/IPB (C.D. = Código de Disciplina)
Art.8 - Não haverá pena, sem que haja sentença eclesiástica, proferida por um Concílio competente, após processo regular.
Art.9 - Os Concílios só podem aplicar a pena de:
a) Admoestação, que consiste em chamar à ordem o culpado, verbalmente ou por escrito, de modo  reservado, exortando-o a corrigir-se;
b) Afastamento, que em referência aos membros da Igreja, consiste em serem impedidos de comunhão; em referência, porém, aos oficiais consiste em serem impedidos do exercício do seu ofício e, se for o caso, da comunhão da Igreja. O afastamento deve dar-se quando o crédito da religião, a honra de Cristo e o bem do faltoso o exigem, mesmo depois de ter dado satisfação ao tribunal. Aplica-se por tempo  indeterminado, até o faltoso dar prova do seu arrependimento, ou até que a sua conduta mostre
a necessidade de lhe ser imposta outra pena mais severa;
c) Exclusão, que consiste em eliminar o faltoso da comunhão da Igreja. Esta pena só pode ser imposta quando o faltoso se mostra incorrigível e contumaz;
d) Deposição é a destituição de ministro, presbítero ou diácono de seu ofício.
(...)
RESTAURAÇÃO
Todo faltoso terá direito à restauração mediante prova de arrependimento, e nos seguintes termos:
a) no caso de lhes ter sido aplicada penalidade com prazo determinado, o Concílio, ao termo deste, chamará o disciplinado e apreciará as provas de seu arrependimento;
b) no caso de afastamento por tempo indefinido, ou de exclusão, cumpre ao faltoso apresentar ao Concílio o seu pedido de restauração;
c) o presbítero ou diácono deposto só voltará ao cargo se for novamente eleito;
Interessante notar que uma vez deposto, mesmo acontecendo a restauração à comunhão, o oficial não volta automaticamente ao exercício!  Até eu, mesmo conhecendo bem o Manual Presbiteriano, já cometi o equívoco de interpretar de forma errada, achando que vinda a disciplina de afastamento e estando o mandato valendo, o mesmo voltaria ao exercício!Está claro, uma vez aplicada a pena de "afastamento", cessa também o exercício do mandato e o mandato; podendo somente voltar ao mesmo se for eleito novamente! 
OBS.: Acabei escrevendo errado, aonde está "afastamento" leia-se "DEPOSIÇÃO"! Agradeço a Daniela que notou este erro e me interpelou! Desculpem o equívoco!

PL/IPB (P.L. = Princípios de Liturgia)
CAPÍTULO XII
ORDENAÇÃO E INSTALAÇÃO DE PRESBÍTEROS E DIÁCONOS
Art.26 - Quando a Igreja eleger alguém para o ofício de presbítero ou diácono, deverá o Conselho, julgadas a idoneidade do eleito para o cargo e a regularidade da eleição, fixar dia, hora e local para a ordenação e investidura.
Art.27 - Em reunião pública, o presidente do Conselho ou o ministro que suas vezes fizer, realizará a cerimônia solenemente, com leitura da Palavra de Deus, oração e imposição de mãos dos membros do Conselho sobre o ordenando, cabendo-lhe também, em momento oportuno, fazer uma exposição clara e concisa da natureza do ofício, sua dignidade, privilégios e deveres.
Art.28 - Os presbíteros e diáconos assumirão compromisso na reafirmação de sua crença nas Sagradas Escrituras como a Palavra de Deus e na lealdade à Confissão de Fé, aos catecismos e à Constituição da Igreja Presbiteriana do Brasil.
Art.29 - Prometerão cumprir com zelo e fidelidade o seu ofício e também manter e promover a paz, unidade, edificação e pureza da Igreja.
Art.30 - A Igreja comprometer-se-á a reconhecer o oficial eleito e prometerá, diante de Deus, tributar-lhe o respeito e a obediência a que tem direito, de acordo com as Escrituras Sagradas.
§ 1º - Após a ordenação, os membros do Conselho darão ao recém-ordenado a destra de fraternidade e, em seguida, o presidente o declarará solenemente ordenado e investido no ofício para que foi eleito.
§ 2º - Quando o presbítero ou diácono for reeleito ou vier de outra Igreja Presbiteriana, omitir-se-á a cerimônia de ordenação. 
MODELO DE REGIMENTO INTERNO PARA A JUNTA DIACONAL
DEFINIÇÃO
Art.1 - A Junta Diaconal constituída de todos os diáconos da Igreja (CI/IPB Art.83, alínea “g” ) coordena as funções estabelecidas na CI/IPB Art.53 e rege-se pelo presente regimento
(CI/IPB Art.58).
 FINALIDADE
Art.2 - Compete à Junta Diaconal coletivamente e aos diáconos individualmente:
a) Tomar conhecimento da existência de necessitados principalmente entre os membros da Igreja, visitá-los, instrui-los e confortá-los espiritualmente, bem como auxiliá-los nas suas necessidades dentro das possibilidades da Igreja, examinando cautelosamente a fim de verificar a real existência das necessidades
alegadas;
b) Dispor para esses fins dos recursos votados pelo Conselho e das ofertas especiais. Determinar no início de cada ano a quantia máxima que o diácono poderá aplicar individualmente, por mês, no socorro urgente do necessitado;
c) Examinar os casos de pretensões a lugares gratuitos em hospitais e orfanatos recomendando ou não a assistência pretendida;
d) Tomar conhecimento da existência de enfermos, entre membros e aderentes da Igreja, visitá-los e confortá-los em caso de necessidade;
e) Comunicar aos presbíteros e ao pastor a existência e as condições dos enfermos;
f) Manter em dia com meticuloso cuidado a lista e os endereços das pessoas que estão recebendo auxílio da Junta;
g) Recolher as ofertas dos membros e amigos da Igreja, contálas e encaminhá-las imediata e diretamente à tesouraria;
h) Dar todo o apoio coletivo e assegurar o apoio individual dos diáconos aos planos econômicos ou financeiros adotados pelo Conselho da Igreja de modo que sejam propagados com entusiasmo e realizados com toda a eficiência;
i) Verificar se estão em ordem as cousas referentes ao culto como também os objetos da Santa Ceia e do batismo e recolhimento das ofertas;
j) Observar a ordem conveniente nos pátios e arredores do templo desde a rua até as dependências internas;
l) Evitar de modo absoluto que haja reuniões em outras salas ou palestras entre membros da Igreja ou simples assistentes, dentro do templo ou nos pátios, durante as horas de culto.
 MÉTODOS
Art.3 - A Junta Diaconal executará as suas funções de acordo com os seguintes princípios:
a) Reunir-se-á uma vez por mês ou, no mínimo, de três em três meses, para ouvir a leitura da ata de reunião anterior e relatório dos diáconos, estudar a situação da obra diaconal, consertar planos, etc;
b) A diretoria da Junta Diaconal compor-se-á de presidente, vice-presidente e secretário, eleitos anualmente;
c) A Junta organizará escalas de diáconos para o recolhimento das ofertas e para os demais serviços da sua competência;
d) Estudar e sugerir ao Conselho planos de movimentos especiais, para reforço da receita anual;
e) Para os trabalhos fora do templo como visitas, investigações dos necessitados, etc, devem os diáconos, de preferência, ser enviados de dois a dois;
Preferencialmente - atenção - de dois a dois, não sozinhos; reparem no cuidado para com o testemunho, especialmente pois pode haver casos de assistência a uma mulher e estando acompanhado foge-se da "aparência do mal".
f) Sempre que o ambiente o permitir os diáconos, nas visitas, deverão orar e ler trechos da Palavra de Deus, como também instruir os crentes sobre o privilégio da contribuição;
g) Enviar trimestralmente ao Conselho relatório de suas visitas e outras atividades;
Relatório, coisa rara de se ver, mas como escrevi noutros "posts", podem ajudar muito da compreensão das atividades e dinamização dos novos trabalhos!
h) Enviar anualmente o livro de atas e o relatório geral para apreciação e aprovação do Conselho.
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ENFIM; diácono e presbítero não são graus a serem alcançados; ou tem que ser um para depois ser outro, já encontrei em  algumas igrejas (novas e antigas) algumas pessoas  pensando dessa maneira o que é lamentável; AMBOS , tem seu valor e tarefas bem distintas e que ao final, todas colaboram para a Glória de Deus e bem estar de sua Igreja aqui na terra.
Deus seja louvado!
Há sempre PAZ em Jesus - o Cristo

54 comentários:

  1. Gostaria de saber como fica a situação de um diácono eleito ao ofício de presbítero. Neste caso ele deve ser novamente ordenado?
    Um presbítero eleito ao diaconato também deve ser reordenado?

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    1. Olá,
      Paz em Jesus - o Cristo!
      Boa pergunta:
      Sim, ele deve ser ordenado para o novo ofício.
      Sim, o mesmo acontece para um presbítero que seja eleito diácono.
      Contudo uma vez ordenado na vida, e sendo eleito novamente, não precisará mais ser ordenado ( no caso do diácono, na mesma igreja; no caso do presbítero, em qualquer igrejas IPB).
      Repare a CI-IPB:
      "Art.109 - Ninguém poderá exercer ofício na Igreja sem que
      seja regularmente eleito, ordenado e instalado no cargo por um concílio competente.
      § 1º - Ordenar é admitir uma pessoa vocacionada ao desempenho
      do ofício na Igreja de Deus, por imposição das mãos, segundo
      o exemplo apostólico e oração pelo concílio competente.
      § 2º - Instalar é investir a pessoa no cargo para que foi eleita e ordenada.
      § 3º- Sendo vários os ofícios eclesiásticos, ninguém poderá
      ser ordenado e instalado senão para o desempenho de um cargo
      definido."
      Um abraço!
      Há sempre PAZ em Jesus - o Cristo

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  2. Boa noite!
    Gostaria de saber em qual dispositivo o senhor encontrou argumentos claros para afirmar que o oficial, sob pena de afastamento, perde o mandato de forma automática. A meu ver, o oficial afastado fica impedido de exercer seu ofício e, por impedido, não se pode aferir a perda, que apenas se dá com a deposição, uma das penas a ser conferida. Se possível, gostaria que explicasse com mais clareza esse tema. Muito obrigada, Daniela.

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    1. Olá Daniela,
      Graça e Paz em Jesus - o Cristo!
      Bom, primeiro não me julgo um "doutor" no Manual Presbiteriano, mas simplesmente alguém que procura conhecer, caso esteja errado em alguma colocação - aceitarei.
      Mas, vejamos o que escrevi primeiro ( a parte entre aspas e copiada diretamente do Manual Presbiteriano - literalmente, no Código de Disciplina):
      "RESTAURAÇÃO
      Todo faltoso terá direito à restauração mediante prova de arrependimento, e nos seguintes termos:
      a) no caso de lhes ter sido aplicada penalidade com prazo determinado, o Concílio, ao termo deste, chamará o disciplinado e apreciará as provas de seu arrependimento;
      b) no caso de afastamento por tempo indefinido, ou de exclusão, cumpre ao faltoso apresentar ao Concílio o seu pedido de restauração;
      c) o presbítero ou diácono deposto só voltará ao cargo se for novamente eleito;"
      Interessante notar que uma vez deposto, mesmo acontecendo a restauração à comunhão, o oficial não volta automaticamente ao exercício! Até eu, mesmo conhecendo bem o Manual Presbiteriano, já cometi o equívoco de interpretar de forma errada, achando que vinda a disciplina de afastamento e estando o mandato valendo, o mesmo voltaria ao exercício!Está claro, uma vez aplicada a pena de "afastamento", cessa também o exercício do mandato e o mandato; podendo somente voltar ao mesmo se for eleito novamente!
      SIM, você está certa, eu pensei uma coisa e escrevi outra - estava me referindo a pena de "deposição" e no caso de "afastamento" quando a restauração ocorrer após o vencimento do mandato.
      ME DESCULPE, escrevi errado mesmo!
      Agradeço a tua atenção e vou corrigir no post!
      Há sempre PAZ em Jesus - o Cristo!

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    2. Olá.. Graça e paz. Preciso que me ajudes com um caso hipotético. Um diácono foi disciplinado sob pena de afastamento da comunhão por tempo indeterminado. Ele perde, automáticamente, o mandato ou não? Se perde, qual o artigo que mostre clareza para esta interpretação? Cabe à Igreja proceder a deposição ou não? E qual a diferença de Exoneração e Deposição? Espero respostas Urgente.

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    3. Bom dia. Paz em Jesus - o Cristo.
      Respondendo:
      1 - No caso de afastamento o mandato fica suspenso ( afastado do seu exercício) até que seja readmitido a comunhão. Isto se for dentro do prazo do mandato. Por exemplo, no quarto ano foi disciplinado com pena de afastamento da comunhão por tempo indeterminado e readmitido a pedido dois anos depois. Neste caso, o mandato ja venceu, logo não terá direito a exercer pois já findou o prazo. Somente se for reeleito.
      2 - O art. 9º do C.D. ( leia o texto acima) e em conjunto, o afastamento a comunhão implica necessariamente no afastamento do exercício dos cargos eletivos e alguns outros; repare que na deposição perde-se o mandato mesmo.
      3- Nao, a igreja (A.G.E.) não exerce disciplina ( neste caso é o Conselho);
      4 - Exoneração : no caso da I.P.B. podemos entender por "deixar de ter obrigação" seja por parte do oficial ou da igreja; deposição e retirar do ofício a pessoa.
      Espero ter ajudado.
      Deus abençoe!

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    4. Obrigado por me ajudar, meu irmão. Em que circunstância deve acontecer a Deposição ou a exoneração?

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    5. Deposição; geralmente é através de um processo disciplinar; exoneração - pode ser pedida pelo oficial, ou administrativa, por exemplo, quando o mesmo mudar-se para local que o impeça de exercer com zelo o mandato.
      Veja o que diz o Manual Presbiteriano a respeito do assunto ref. ao Ministro da Palavra:
      Art.48 - Os ministros serão despojados do ofício por:
      a) deposição;
      b) exoneração a pedido;
      c) exoneração administrativa nos termos do Art.42, in fine.
      ...
      No Código de Disciplina - no art. 8 diz:
      d) Deposição é a destituição de ministro, presbítero ou diácono de seu ofício.
      Logo, a deposição na IPB está mais ligada a um ato disciplinar.
      Espero ter conseguido explicar.
      Há sempre PAZ em Jesus - o Cristo!

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  3. Gostaria de agradecer pela valiosa contribuição para instrução daqueles que aspiram o Oficialato.
    Pastor, Que Deus Nosso Único, Suficiente e Eterno Salvador, o abençoe!
    Helbert (IPB Aprisco das Ovelhas - Gov. Valadares/MG)

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    1. Olá ir. Helbert,
      Agradeço tuas palavras de apoio.
      Queremos ser - servo dos servos de Deus!
      Deus nos ajude!
      Há sempre PAZ em Jesus - o Cristo

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  4. O Senhor me desculpe, mas nas igrejas presbiterianas, os oficiais possuem sim hierarquia. Presbíteros e depois diáconos. E Isso e está acabando com a comunhão dentro das igrejas.

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  5. Olá irmãos!

    Gostaria da opinião dos irmãos de como proceder quando chega uma pessoa na porta da Igreja, possivelmente na hora de um trabalho, querendo falar com o pastor para pedir algo, geralmente pedintes recorrentes que se aproveitam da boa vontade da igreja.

    Paz em Cristo!

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    1. Olá irmão em Cristo,
      Já vivenciei várias situações como esta mencionada, infelzmente, tendo as vezes que parar a mensagem para atender pessoas por ausência de irmãos que ajudassem nesta área.
      O que eu faço e/ou instruo?
      SEMPRE procurar confirmar a história falada, pegue os dados, procure no anúária algumas igreja perto que possa colaborar dando informações ou confirmando as prestadas;
      No caso de pedido de dinheiro para : enterrar parentes, comprar remédios, comprar comida, viajar urgente; apos devida investigação rápida para apurar a veracidade da história, pedirem a Deus o direcionamento, e tendo condições prestem a ajuda solicitado, ou parte dela!
      ENFIM, sei o quanto é difícil, se negarmos e a pessoa realmente estiver precisando e nos com condição de ajudar ???? se dermos e for mentira e estivermos "alimentando" vícios e outros males????
      Também devemos considerar o propósito de Deus em conhecer e ter contato com esta pessoa e pensar o que Jesus faria!!!!
      Confesso, algumas vezes resolvi ajudar e fui enganado, era golpe, mas pelo menos tomei as precauções que julguei necessária; outras vezes chegamos até a "desmarcarar" falsos missionários, pastores e outros ... que envergonhados de serem descobertos nunca mais voltaram!
      AH! Sempre que possível atenda a pessoa em dois ( diáconos ou membros da igreja); nunca prometa coisas que não poderá cumprir ou mesmo assumir compromissos que ajuda "infinita" tipo "todo mês pode vir buscar uma cesta básica", se necessário, vá renovando o compromisso mensalmente!
      Deus ME/NOS ajude a ter sabedoria, discernimento e amor para com todos!
      Há sempre PAZ em Jesus - o Cristo!

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  6. Pastor Graça e Paz.
    O diácono sendo eleito pela assembleia, e não atendendo no momento os requisitos da ordenação, essa podera ser feita posteriormente, em separado dos outros que foram eleitos? Existe um prazo máximo pra essa ordenação?

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    1. Olá,
      A minha compreensão é que sendo eleito e caso o Conselho julgue não atender aos requisitos fica cancelada a eleição ( por isto que a maioria das igrejas faz um exame prévio dos candidatos - ainda que isto não sela legal , é pelo menos melhor para todos, evitando situações como está!)
      Quanto ao prazo para ordenação - entendo eu, que é o quanto antes, uma vez que a Igreja necessita daquele serviço para o qual o irmãos foi eleito!
      Mas se quisermos falar de prazo, eu ficaria entre as reuniões máximas do Conselho - de 3 em 3 meses - ou seja, no máximo 3 meses, salvo motivos de força maior, enfermidade, acidente, coisas desse gênero!
      Há sempre PAZ em Jesus - o Cristo!

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  7. Pastor, tenho uma dúvida: Uma vez ordenado diácono, cumprindo seu mandato, ele deixa de ser diácono, ou apenas não estará em exercício. Quero dizer ele sempre terá o "titulo de diácono" mesmo não estando mais em mandato?

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    1. Muito boa a questão; desculpe a demora.
      Vamos lá:
      Quanto aos presbíteros existe claramente essa idéia - presbítero em disponibilidade; contudo a minha compreensão que se aplica também ao diácono; mas está em trâmite algo neste sentido; vamos aguardar e ver como a IPB decide. Veja:
      "SC-E - 2014 - DOC. LXII: Quanto ao documento 115 - Consulta Constitucional : Considerando: 1) Que a exoneração a pedido tem caráter de foro íntimo; 2) Que os ofícios previstos no Art. 25 da CI/IPB são perpétuos; 3) Que não há previsão constitucional para o tratamento de diácono não
      reeleito; O SC-E/IPB 2014 RESOLVE: 1. Tomar conhecimento; 2. Declarar que o presbítero que pedir a sua exoneração automaticamente será designado presbítero em disponibilidade; 3. Reafirmar a decisão
      SC/IPB-2010 - DOC. CLXIII: "... Proposta de revogação de decisão do SC-IPB sobre Presbítero em disponibilidade: CONSIDERANDO: 1- Que as disposições contidas no Artigo 25, parágrafo 1º, da CI/IPB são claras ao afirmar que o ofício do presbítero é perpétuo, todavia o seu exercício ou função é temporário. 2 - Que o Artigo 56, Alínea "a" estabelece que a função do presbítero cessa quando termina o mandato e, não sendo reeleito, tais prerrogativas tornam-se comprometidas, conforme disposto na
      resolução SC/IPB-2006..."; 4. Revogar a decisão CE-SC/IPB 72-036; 5. Propor emenda constitucional para incluir a designação Diácono em Disponibilidade; 6. Baixar aos presbitérios. "
      Depende agora de como os presbitérios irão votar e aguadar o SC 2018.
      Há sempre PAZ em Jesus - o Cristo

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  8. bom dia,
    um diácono exonerado administrativamente, deixa de ser diácono ou só deixa de exercer o oficio?

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    1. Olá ir. Fabiano,
      PAZ em Jesus.
      Desculpe a demora.
      Na minha compreensão deixa de ser diácono.
      Para novamente exercer deverá ser eleito.
      PAZ em Jesus - o Cristo.

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  9. pastor um membro pode participar de uma reunião no conselho para levar um assunto de emergência e de interesse da igreja perante o mesmo ? muito obrigado pelo espaço

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  10. PAZ.
    Sim, mas não a reunião inteira.
    Expresse que gostaria de apresentar algo ao Conselho; ou mesmo, diga a seu pastor ou presbítero que leve o assunto; e sendo emergência como disse creio que ião tratar do assunto.
    Lembre-se a reunião do Conselho é privativa; até mesmo os diáconos só podem estar presentes nos assuntos administrativos; depois devem se retirar. POR QUE?
    Porque lida diretamente com as preciosas vidas do rebanhos , em assuntos até um tanto delicados, com isto evita-se a exposição público que "coisas" que estão em particular.
    Espero ter ajudado.
    Há sempre PAZ em Jesus - o Cristo.

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  11. PASTOR ME TIRE UMA DUVIDA DESCULPE FUGIR DO ASSUNTO MAS NO CASO DE VOTO MINERVA DE PASTOR NA QUAL O ASSUNTO É DE SEU PRÓPRIO INTERESSE COMO SUA PERMANÊNCIA NA IGREJA POR EXEMPLO OU OUTRA SITUAÇÃO O SEU VOTO É VALIDO? POIS ALGUÉM PODE VOTAR EM CAUSA PRÓPRIA MUITO OBRIGADO DESDE JÁ.

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    1. Paz em Cristo.
      Bom, há algo não exato na pergunta; o pastor NUNCA vota no CONSELHO sobre a sua permanência ou não; porque não é tarefa do Conselho isto.
      Sei que "muitas" igrejas fazem a tal reunião para "avaliar" o pastor e vê se querem que ele fique ou não.
      Desculpe a sinceridade, isto não é o que diz o Manual Presbiteriano no que diz respeito a relação pastoral.
      O que pode acontecer é um diálogo reflexivo talvez, sobre o andamento da Igreja.
      O Pastor de uma igreja é escolhido por voto da Assembléia Geral Extraordinária, devidamente convocada e orientada para esse fim; ou, por decisão do Presbitério que poderá designar um Pastor Efetivo ou Pastor Evangelista, o primeiro o sustento é pela igreja, o segundo é pelo Presbitério. O Pastor Auxiliar é também designado pelo Presbitério, com a diferença de haver uma solicitação de algum Conselho que previamente deliberar sobre a indicação do Pastor Efetivo, podendo o Conselho reprovar o nome, mas não indicar nome para que o Pastor Efetivo aceite. Neste caso , ai sim, o pastor presidente pode e deve votar. ( Vert. artigo 33 da CI-IPB)
      Veja - primeiro sobre a relação pastoral - o que diz a nossa CI-IPB - Seção 6ª - Relação Pastoral!
      SOBRE O VOTO DE "MINERVA" OU "DESEMPATE" DE QUALQUER MATÉRIA:
      "CE - 2003 - DOC. VI: Quanto ao Doc. 75 da CE/SC-IPB 2003: Quanto ao Documento 17, da CE-SC/2002, encaminhando documento do Sínodo Norte Paulistano, que por sua vez, encaminha documento do Presbitério Norte
      Paulistano, solicitando que o SC-IPB tome nula a resolução SC-90 Doc. CXL, sobre voto de desempate nos Concílios. Considerando: 1 – Que o presidente de um Concílio é seu membro efetivo (Art. 66, alínea “a” CI-IPB), tendo, portanto direito a votar, como os demais membros efetivos; 2) Que o presidente de um Concílio, em caso de empate em uma votação, inclusive quanto da eleição da Mesa, deve dar o seu voto de desempate, nada obstante, ter votado anteriormente (Art. 8, alínea “I” RI-SC-IPB e outros); 3 – Que mesmo causando-lhe certo constrangimento é seu dever de ofício proceder a este ato; 4 – Que certamente ao fazê-lo não será movido por questões pessoais, mas levando em consideração o bem do Concílio e sua
      consciência. O Supremo Concílio Resolve: 1 – Revogar a resolução SC/90, Doc. CXL. 2 – Reiterar quem em casos desta natureza, o presidente exerça livremente o seu dever constitucional. "
      LOGO;
      Se estiver em ata o pastor presidente votando pela sua permanência numa reunião do Conselho e ainda desempatando, está TUDO errado!!!
      Em outras questões, ele teria todo direito de votar, é legal, mas nem sempre é prudente; em todo esse tempo que tenho de ministério; sempre que envolvia a minha pessoa evitava de votar, ou estando o Conselho dividido, deixava a questão para decisão posterior ou retirava a matéria.
      Espero ter ajudado.
      Há sempre PAZ em Jesus - o Cristo!

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  12. Pastor ola o que vem a ser exoneração administrativa? desde já muito obrigado

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    1. De forma bem simples, é aquele "desligamento" das funções que não envolva motivos disciplinares, no caso da IPB. Pode ser por ambas a partes, pela Igreja ou pelo oficial.
      Há sempre PAZ em Jesus - o Cristo

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  13. Mais uma duvida que me surgiu pastor quem vota a exoneração o conselho ou a igreja já que no artigo 9 paragrafo 1 esta o termo pedir e opinar não mandar então me surgiu esta duvida o senhor pode fundamentar a resposta por favor. Muito obrigado de coração

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    1. Paz.
      Simples - quem tem poder para escolher é também quem tem poder para tirar (nos casos administrativos - cfe. expliquei um pouco acima).
      MAS, nunca vi, não estou dizendo que não tenha existido.
      Não me recordo de uma igreja votando pela exoneração de um oficial; no casos que ví de saída destes, ocorreram por questões disciplinares.

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  14. Pastor o que exoneração administrativa? quem pode exonerar já que a igreja segundo a constituição a igreja só pode pedir a exoneração e não exigir o senhor pode
    fundamentar a resposta por favor abraço.

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    1. Paz. Veja os fundamentos nas respostas anteriores.
      Em síntese - exemplificando - determinado diácono, pastor, ou presbítero tem sido negligente no comprimento de seus deveres; e alguns irmãos argumentam com o Conselho isto e este Convoca a A.G.E. para expressar pelo voto esse ato. ( mas repito - nunca vi)
      O PEDIR aqui, segundo minha compreensão é decidir, pois foi ela quem elegeu; mas no caso do pastor, o ato só é finalizado pelo Presbitério que é quem deu a posse.
      Há sempre PAZ em Jesus - o Cristo

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  15. Prezado Rev. Hélio,

    Em uma ultima assembléia extraordinária que tivemos em minha igreja local, tivemos uma eleição para 02 oficiais a Presbítero. Tínhamos 02 vagas para 03 concorrentes. Na votação, 02 oficiais foram eleitos com a maioria dos votos. Até aí tudo certo. O estranho que ocorreu nessa assembléia, foi que um determinado irmão propôs a toda a assembleia presente que a igreja abrisse uma terceira vaga para presbitero. Sendo assim, a igreja votaria novamente apenas para a terceira vaga, onde teria apenas um nome, cabendo a igreja dizer SIM ou NAO a eleição desse irmão. Foi o que ocorreu, a assembleia, pela maioria, aprovou a terceira vaga e também aprovou o terceiro candidado para o cargo de presbítero. O problema que isso causou uma certa divisão na igreja, no qual muito irmãos julgaram que esse ato foi ILEGAL de acordo com a nossa constituição. Enfim, gostaria de saber se quando a igreja está em assemblèia, irmãos, podem sugerir novos assuntos, pautas ou questões como esse exemplo que não foram levados pelo Conselho. Isso é legal? Tentei procurar no Manual Presbiteriano, mas não achei nada que esclarecesse isso. Fique com Deus, um abraço.

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    1. Olá, PAZ.
      O que A.G.E. vez foi ilegal, porque a mesma A.G.E. em algum momento votou seus estatutos e constituiu-se numa igreja federada a IPB que tem um CI e etc.
      Logo é tarefa do Conselho convocar a A.G. e. ENCAMINHAR a escolha de oficiais a serem eleitos, sugerir nomes dos que lhe pareçam aptos para os cargos e baixará instruções para o bom andamento do pleito, com ordem
      e decência. Veja o art. 83. Alinea d:
      "d) encaminhar a escolha e eleição de presbíteros e diáconos, ordená-los e instalá-los, depois de verificar a regularidade do processo das eleições e a idoneidade dos escolhidos; "
      E art. 111:
      "O Conselho convocará a assembléia da Igreja e determinará o número de oficiais que deverão ser eleitos, podendo sugerir nomes dos que lhe pareçam aptos para os cargos e baixará instruções para o bom andamento do pleito, com ordem e decência."
      OU SEJA, na primeira reunião do Conselho deverão considerar nao valida a eleição do terceiro nome, sendo que o Conselho convocou para 2, caso nao o façam caberá ao Presbitério julgar ilegal ou quaisquer membros denunciarem a o procedimento errado, claro. Encaminhando primeiro ao Conselho, e se este se recusar por escrito, ao Presbitério.
      Espero ter ajudado.
      Uma solução legal que talvez possa "apaziguar" e convocar nova A.G.E. para mais uma vaga, contudo pode o irmão que foi escolhido antes ilegalmente não o ser desta vez.
      Ha sempre PAZ em Jesus - o Cristo.

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  16. Boa noite Pastor.
    No caso de renúncia de presbítero, por qualquer motivo, o conselho deve convocar a AGE. Mas, como o senhor entende a expressão "ouvida a igreja"? A igreja deve votar aprovando ou não a renúncia ou apenas ser comunicada?

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    1. Bom dia.
      Paz em Jesus - o Cristo.
      Este é um dos artigos que não é tão fácil a compreensão.
      A igreja assim como os concílios gerais da IPB podem discutir as proposta, mas a expressão de sou vontade - salvos exceções - através do voto.
      Assim acontece no Conselho, no Presbitério, no Sínodo e no Supremo Concílio e nas comissões executivas; porém é claro isto nos seus regimentos internos.
      Os art. 56 e 138 não tem esclarecimentos sobre este assunto; logo segue-se por analogia, pode abrir para que expressem sobre o assunto, so que no caso a votação não seria o caminho, pois em ambos os artigos trata de fim do mandato - ou administrativamente ou a pedido - a reversão disto não acontece por votação simplesmente.
      Enfim, penso que é a comunicação e ouvir e para que - exceto no caso administrativo - talvez a pessoa reveja sua opinião e desista do pedido.
      É o que penso; mas não estou bem seguro disto.
      Deus ajude

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  17. Boa noite, à Paz do Senhor.
    No caso de eleição para presbítero ou diácono, qual o tempo que o irmão que irá concorrer terá que ter como membro da igreja? Meu amigo foi da IPB por muitos anos, foi para outra denominação e retornou. Quanto tempo ele terá que esperar para concorrer?

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    1. Boa noite.
      Há sempre PAZ em Jesus - o Cristo.
      Resposta:
      01 (um) ano
      No caso de quem já era membro e oficial em outra IPB e tiver menos de 01 ano fica a critério do Conselho - aceitar que concorra ou não.
      Repare:
      "Art.13 - Somente os membros comungantes gozam de todos
      os privilégios e direitos da Igreja.
      § 1º - Só poderão ser votados os maiores de 18 anos e os
      civilmente capazes.
      § 2º - Para alguém exercer cargo eletivo na Igreja é indispensável o decurso de seis meses após a sua recepção; para o presbiterato ou diaconato, o prazo é de um ano, salvo casos excepcionais, a juízo do Conselho, quando se tratar de oficiais vindos de outra Igreja Presbiteriana."
      Paz

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  18. Pergunto:
    A infidelidade na contribuição pode impedir um membro da igreja de concorrer a eleição de oficial ma IPB?

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    1. Paz em Cristo.
      Veja, a infidelidade pode até ser um questão para ser abordada pelo Código de Disciplina; contudo, caso não tenha trilhado esse caminho não deve ser uma questão explicitada no impedimento a concorrer.
      CONTUDO, os CONSELHOS que conheci em sua grande maioria fazem um "tipo de triagem" antes da eleição evitando assim contrangimentos desnecessários; mas como já escrevi aqui, pela nossa Constituição, o veto a determinados nomes seria posterior ao pleito ( causando assim um grande problema para igreja que votou e para quem aceitou ser votado) uma vez que não preenche os requisitos para ser um oficial, alías, nem mesmo membro. A lógica é muito simples, até mesmo a parte da Bíblia e Manual Presbiteriano, e me desculpem pelo exemplo tão singelo - imagine você ter um sócio numa empresa ou club que só quer ter os bônus e nada de ônus?????
      Ora como posso dizer que SOU MEMBRO de um local para o qual não contribuo com nada????
      DEUS NÃO PRECISA de nossos dízimos e ofertas; e igreja aqui na terra que carece deste recursos para sua subsistência e das causas missionárias e outras.
      Há sempre Paz em Jesus - o Cristo.

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  19. Meu querido emita sua opinião:
    Eleição para oficiais, instrução do conselho, regras: o candidato deve ser dizimista fiel contando em suas contribuições entrega com registro em livro de tesouraria de 12 repasses.
    Pergunto:
    O candidato é autônomo, e não tem pro labore mensal, não pode participar do pleito ?

    O que me dizes irmão ?

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    1. Paz.
      Parte da questão já respondi na pergunta anterior.
      E quanto a ser autônomo... vamos lá...
      Nunca vi um CONSELHO pedir comprovante de renda para saber se esse ou aquele irmão está sendo FIEL ou não... o mesmo se aplica ao autônomo. A fidelidade não se mede pelo valor, ou frequência; se ele me disser que entregando de 3 em 3 meses está sendo fiel até que se prove ao contrário procuro acredito.
      MAS se houver algumas suspeitas, nada melhor do que a bendita Palavra de Deus para estabelecer as coisas...um estudo bíblico em Atos - cap. 5 ajudaria a ele, e talvez a toda igreja; pois o pecado de "tentar" mentir para o Espírito Santo e para os homens não é exclusividade daquela época.
      Há sempre PAZ em Jesus - o Cristo.

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  20. Pode um irmão de ilibada conduta, casado com uma mulher não evangélica ser eleito como presbítero?

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    1. Paz em Jesus - o Cristo.
      Assim sem saber mais do contexto - aparentemente sim, um exemplo ele converteu e a mulher não !

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  21. boa noite.
    1) quando um presbítero pede afastamento por tempo determinado das funções de presbítero, ele tem de cumprir até o final ou ele pode voltar quando quiser.
    2) o que fazer quando um presbítero tem um filho insubordinado e ele não gosta que chame a atenção do filho. muito menos que o chame no conselho. esse presbítero pode ser cassado? se pode onde encontro base pra isso?

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    1. Boa noite. Paz em Jesus - o Cristo.
      Desculpe a demora, estou em curso e na correria este ficou sem resposta, fui rever hoje e constatei isto.
      Respondendo:
      1 - Sim, ele pode voltar quando quiser dentro do prazo, ou seja, se pediu por 3 meses, dentro destes três meses; caso passe ou seja necessário mais tempo devo entrar com novo pedido no Conselho.
      2 - Não digo cassado. Ninguém gosta que seus filhos sejam corrigidos, ainda mais dependendo da forma. Contudo deve-se primeiro conversar com ele em amor, explicando os motivos bíblicos para seu filho seja admoestado, ou mesmo disciplinado, se menor- mais cuidado ainda, PORÉM; se em última instância, depois de seguidos todos os passos bíblicos de Mateus 18, o os meus suasórios ( conversa) mesmo assim não se corrigir, e seu filho estiver causando escândalo e mau testemunho de cristão, deve o filho ser disciplinado e não o pai ( Ver Ez. 18), agora se o pai também de rebelar, é passivel sim de disciplina, como qualquer outro membro da igreja. MAS lembre-se - deve-se usar de todos os meios para convencer a ambos de seu erros ( pecado) pelas Escrituras, e isto com muita oração e jejum para que promovam o bem da Igreja do Senhor e não somente satisfazer as vontades deste ou daquele grupo que está incomodado.
      É assim que entendo.
      Espero ter ajudado.
      Deus ajude.
      Há sempre PAZ em Jesus - o Cristo.

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  22. Presbitério em disponibilidade poder ser presidente de presbitério?

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    1. Compreendo que não.
      Ha sempre Paz em Jesus - o Cristo

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  23. Um pastor errante(que frequenta a igreja oito horas semanais apenas, que solta uma mentira vez ou outta). Pode exonerar um diácono por não cumprir uma ordem.?

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    1. Vamos lá:
      1 - NENHUM pastor tem poderes para por si mesmo exonerar alguém; ou esse poder foi delegado, ou quem faz isto é o CONSELHO pelo voto da maioria.
      MAS pelo que diz, parece que há mais um atrito pessoal que deve ser tratado; ora se o pastor esta "errante" corrija-o em amor, face a face; se ele te ouvir, amém... caso não, e tenha provas pode até entrar com uma denúncia contra o mesmo no Conselho para ser encaminhada ao Presbitério.
      o "não cumprir uma ordem é meio vago"... EU , por exemplo - nunca me lembro de ter dado uma "ordem" a qualquer diácono; ao contrário, eu peço, e se ele não pude ajudar, faço eu ou procuro outra pessoa que possa ajudar. O diácono é meu irmão e coopera na obra, não é meu "empregado".
      Enfim, Deus ajude.
      Há sempre PAZ em Jesus - o Cristo!

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  24. Um Diácono pode pedir exoneração por não concordar com a administração e liderança da Igreja?

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    1. Teoricamente pode, mas cuidado, procure conhecer como funciona de fato a administração da IPB segundo o Manual Presbiteriano e qual deve ser o procedimento da liderança - também segundo a norma.
      E até mesmo considere seriamente se o irmão tem sido zeloso para com os votos que fez quando de sua ordenação, inclusive de "cooperar" para o bom andamento da igreja.
      Deus ajude e ilumine.
      Há sempre PAZ em Jesus - o Cristo

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  25. Boa tarde Pr. se um diácono não concorda com a administração da Igreja, em vários sentidos. Como ele não tem o poder de questionar. Ele quer pedir exoneração. Qual é o artigo da constituição ele faz referência? Muito obrigado e fique na Santa Paz.

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    1. Ver resposta abaixo
      MAS REPITO...Nas IPBs existem regras que devem ser seguidas..discordar de algo não significa que necessariamente estejam fazendo errado
      Digo isto porque ja vi irmãos quererem que a igreja funcione de uma outra forma que nao é a nossa . Exemplo: a disciplina na igrejas locais são realizadas pelo Conselho e dado ciência a igreja quando a falta por publica em outros casos não.
      Deus ajude

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  26. Onde faço referência na constituição para me afastar da junta diaconal? Muito obrigado Pr.

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    1. Art. 56. Alinea e
      Contudo será necessario ouvir a Assembléia Geral pois foram os membros que escolheram.

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  27. como seria esse ouvir a igreja? uma votação? mesmo um diácono se sentindo sobrecarregado por estar trabalhando em outra área e pedindo para sair por não cumprir o dever?

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